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08/12/2011

5 chefes da ficção que são mais comuns na vida real

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Michael Scott, de The Office




Dos entrevistados, 9% afirmaram que Michael Scott interpretado por Steven Carell na série de comédia norte-americana The Office é o chefe fictício que mais se parece com os chefes do trabalho.
The Office retrata o cotidiano de um escritório na Pensilvânia de uma empresa que vende papel. Como chefe, Scott é desajeitado e extremamente “sem noção”.
Ele vive se metendo em situações constrangedoras e gosta de demitir seus funcionários de brincadeira. Além disso, acha que é melhor amigo de todos os funcionários do escritório.

Ebenezer Scrooge, de Os Fantasmas de Scrooge



Com 8% dos votos, o personagem de Jim Carrey conquista o segundo lugar. O filme é inspirado na obra “Um Conto de Natal” de Charles Dickens e o velho Scrooge é um chefe milionário e mesquinho.
Ele trata mal seus empregados, até mesmo seu fiel assistente e ignora seu sobrinho. Em constante mau humor, ele gosta é de berrar.


Miranda Priestly, de O Diabo Veste Prada



Meryl Streep como Miranda Priestly recebeu 6% dos votos. Como chefe, ela é arrogante, rude e gosta que suas ordens sejam atendidas rapidamente.
No filme, Andrea Sachs (Anne Hathaway) sofre um bocado como assistente da editora da revista de moda mais importante de Nova York.
A personagem de Hathaway tem que se desdobrar para conseguir, por exemplo, o manuscrito não publicado de Harry Potter para as filhas da chefe.

Bill Lumbergh, de Como Enlouquecer o seu Chefe



Bill Lumbergh é personagem de Gary Cole e sempre humilha o programador de computadores Peter Gibbons (Ron Livingston). A comédia satiriza o mundo corporativo, retratando um típico chefe de escritório.
Com 5% dos votos, ele é o tipo de chefe que não grita e nem xinga, mas não tem consideração com os seus funcionários e adora aparecer de surpresas nas baias deles. E prefere disfarçar suas ordens como sugestões.

Gordon Gekko, de Wall Street



Também com 5% dos votos, o personagem de Michael Douglas, Gordon Gekkon é o típico chefe que acredita que ter ganância é bom. No filme, o corretor de ações Bud Fox (Charlie Sheen) é discípulo de Gekko e percebe que o chefe não liga para valores nem para o que é certo e errado no mundo empresarial.
Fox realiza uma série de serviços para ele, enriquece e seu padrão de vida muda, mas depois ele passa a se questionar moralmente. Gekko é aquele tipo de chefe egoísta e ganancioso, que passa por cima de quem está em sua frente para conseguir o que quer.


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